Poetry - Poesia

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TÓRRIDES //Não sei, amor, depois dos verdes e címbalos / se eram muitas as aladas sombras de meus tênues vidros... / mas ou e sim azuis pelas tênues caminhadas / que as noites me fizeram assim como sou / um pobre poeta sonhador/// Porque, mulher de meus sonhos, // não há clamores que impeçam as vagas de meu mar quebrarem // e meu amor não explodia nos maremotos de outono

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